O assalto da Justiça aos cofres públicos

 


A desembargadora Clarice  Claudino da Silva, presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, ordenou o pagamento do valor de R$10.000,00, que foi pago a todos os servidores e membros do tribunal, em dezembro deste ano, a título de auxílio alimentação, valor este em caráter extraordinário, estabelecendo o valor mensal de R$2.000,00 a partir de janeiro de 2025.

Um verdadeiro acinte ao povo brasileiro que trabalha duro para ganhar pouco e sustenta a maior e perversa carga tributária da América Latina. Em sua debochada interpretação da Legislação a magistrada não vê qualquer infração legal às normas que regulam o auxílio alimentação. 

Assim como não vê qualquer infração legal ao teto constitucional sobre remuneração ao se locupletar do Erário, recebendo mais de R$ 1,5 milhão em valores líquidos, entre janeiro e novembro deste ano.

É este o maior exemplo de como o Poder Judiciário "interpreta" a Legislação de forma a atender os seus próprios interesses.

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" Ao autorizar o auxílio-alimentação de R$ 10 mil em dezembro, ela informou que o valor é “excepcional”. A partir de janeiro de 2025, o benefício será de R$ 2 mil. "

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"O auxílio turbinado gerou polêmica. O ministro Mauro Campbell Marques, corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mandou suspender o pagamento por considerar o valor exorbitante. O benefício, no entanto, caiu na conta dos magistrados e servidores, mesmo após a decisão do ministro."

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"Remuneração de Clarice Claudino da Silva, presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, estourou o teto do funcionalismo em todos os meses de 2024, somando mais de R$ 1,5 milhão em valores líquidos, entre janeiro e novembro; "

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"Entre janeiro e novembro, a remuneração bruta da desembargadora bateu em R$ 2 milhões. Com descontos, os contracheques somam mais de R$ 1,5 milhão no período. Os subsídios de dezembro ainda não estão disponíveis para consulta.

Em todos os meses, a remuneração líquida de Clarice ficou acima de R$ 130 mil, ou quase quatro vezes o teto constitucional."

Fonte: https://www.estadao.com.br/politica/blog-do-fausto-macedo/desembargadora-tribunal-justica-mato-grosso-vale-peru-subsidios/

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